Conteúdos e continentes do corpo revelam subjetividades

Se olhamos o corpo apenas por funções isoladas de suas partes, deixamos de lado sutilezas como o diálogo entre áreas que atuam como continentes (crânio, costelas, bacia) de outras que estão como conteúdo (órgãos). O modo como o ser humano move, sente e relaciona conteúdo e continente, pode revelar desde aspectos da nossa formação psicomotora nos primeiro anos de vida, até modos de estarmos no mundo, na fase adulta, e elementos da nossa ancestralidade.

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Integração entre ossos e órgãos e músculos

Esqueça a imagem de que os ossos se restringem a funções estruturais e todo os trabalhos mais vitais do corpo estão a cargo dos órgãos. Esses grandes arranjos de tecidos no corpo têm uma relação bastante simbiótica, garantindo harmonia para processos como a respiração, as atividades do sistema digestivo e a própria formação da cognição no bebê, a partir de como ele se movimenta e se sustenta no espaço. A seguir, nessa página, você confere vídeos, leituras e outras referências para ir mais fundo nessa ideia.

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Olhar da arte para a relação entre humano, oceanos e suas criaturas

Texturas, cores, movimentos e toda uma construção do imaginário humano nos conectam às criaturas do mar. Nossos corpos, constituídos por um imenso oceano interno, revelam algumas dinâmicas de movimento que se assemelham à de criaturas simples como esponjas e medusas. E nosso encantamento leva o corpo terrestre a buscar mover como os corpos aquáticos, nem que para isso seja preciso às vezes submergir. A seguir, nessa página, você confere vídeos, leituras e outras referências para ir mais fundo nessa ideia.

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