As células, como as bactérias, são mais hi-tech que sistemas digitais

Já se pegou com a sensação de que dispositivos da tecnologia digital são misteriosos e indecifráveis? E com a ideia de que seres unicelulares como bactérias – ou mesmo as células do nosso corpo – têm um funcionamento simples, primário, quase desprezível? Pois dizem por aí que células e bactérias formam um sistema “imensuravelmente mais complexo do que qualquer coisa artificial”, envolvendo subsistemas e arquiteturas que utilizam milhares de proteínas, cujas ações são orquestradas de modo ainda inexplicável. Duvida? Dá uma olhada nessas referências que separamos.

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Saltos no ar e jogos gravitacionais

Desde que a primeira célula que dá origem ao corpo é constituída no útero materno, uma realidade é constante na vida de qualquer ser humano: o diálogo com a gravidade. Degustar e desafiar esta presença é um bom jeito de experimentar liberdade, alteração dos sentidos, frio na barriga. Quem não tem uma memória de infância ligada ao êxtase de tirar os pés do chão? O impulso humano de se desprender do solo se perpetua em esportes, danças, missões impossíveis e plataformas digitais celebrando o gosto pelo risco e os corpos que voam para se sentirem vivos.

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