Conectar potências do corpo a desafios da vida é o que fazemos em nosso trabalho de mentoria somática. Seja em sessões individuais, aulas em grupo, viagens de retiro ou potencializando iniciativas de educação ou de uma organização. Saiba mais aqui.
Conectar potências do corpo a desafios da vida é o que fazemos em nosso trabalho de mentoria somática. Seja em sessões individuais, aulas em grupo, viagens de retiro ou potencializando iniciativas de educação ou de uma organização. Saiba mais aqui.
Já se pegou hipnotizado por imagens que de repente te relembram do esplendor do céu, da beleza do mar ou da vitalidade da vida sobre a terra? E já parou para pensar que o encantamento por todas essas imagens acontecem dentro de você? Sim, a partir da conexão entre o ambiente, o corpo e as camadas de subjetividade que o integram.
Se de um lado essa é uma atividade comum para artistas visuais e entusiastas do budismo e outras linhas de pensamento e espiritualidade, para a maioria dos mortais esses momentos acontecem apenas aqui e ali. Perdemos em poesia e deixamos momentos inspiradores passar.
Mas para além disso, negligenciar a oportunidade do corpo se dedicar a experienciar a natureza e os fenômenos que encantam pode ter um impacto sobre a qualidade de nossa existência no planeta – e quem sabe, sua perenidade.
Dois autores que falam de diferentes abordagens sobre a tal da sustentabilidade, defendem que um bom caminho para reduzirmos a pegada do ser humano no planeta (ecológica, hídrica, carbônica) é dedicarmos mais tempo para a contemplação. Ela preenche o tempo, a alma, a vontade de consumo, o desejo pelo belo e o impulso humano de fazer besteira.
Quando observo imagens como as destacadas nessa página, sinto que tem muita verdade nessa prática defendida por Tim Jackson e André Lara Resende.
SEPARAMOS CONTEÚDO INSPIRADOR PARA VOCÊ IR MAIS FUNDO NESTE ASSUNTO:
O retiro aconteceu de 6 a 9/7, e teve como foco explorar os ciclos singulares, comuns e ecológicas que atravessam nossa existência. Fizemos isso por meio de consciência corporal, de interação com o ambiente e de experimentações do mover do corpo no espaço. E ainda doses de reflexão, conversa, imagens e contemplação. Explorar noções e percepções de ciclos em diferentes dimensões estabeleceu uma ponte com o que nos torna únicos e, ao mesmo tempo, parte de uma coletividade e dos fenômenos próprios do que é vivo. Saiba mais sobre a proposta aqui.
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