Saltos no ar e jogos gravitacionais

Desde que a primeira célula que dá origem ao corpo é constituída no útero materno, uma realidade é constante na vida de qualquer ser humano: o diálogo com a gravidade. Degustar e desafiar esta presença é um bom jeito de experimentar liberdade, alteração dos sentidos, frio na barriga. Quem não tem uma memória de infância ligada ao êxtase de tirar os pés do chão? O impulso humano de se desprender do solo se perpetua em esportes, danças, missões impossíveis e plataformas digitais celebrando o gosto pelo risco e os corpos que voam para se sentirem vivos.

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Ocupações de corpo presente marcam também a era digital

Palavra de ordem nesse início de século XXI, ocupar é uma ação que evoca a presença humana seja em movimentos políticos, em manifestações culturais, no convívio em espaços públicos. E mais do que a presença, a configuração de sentido ao local e ao contexto que se ocupa por meio da interação humana. Não à toa, num momento da história em que tanto se busca novos sentidos do viver, proliferam-se as ocupações de todo o tipo. Em comum, a conexão entre pessoas, lugares e contextos cultuais, políticos e sociais, construindo territórios de temporalidades variadas. Olha só!

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