Artistas de rua: encantamento e disrupção na cidade

Números, símbolos e figuras multiplicam-se, desaparecem, enganam. Dançarinos itinerantes, músicos e performers de todo tipo vão atraindo rodas de curiosos e olhares incrédulos. Mágicos hipnotizam com movimentos que iludem. De onde vem a malandragem que brinca com os sentidos? Tantas trajetórias de vida infiltrando-se pelo mover do corpo, pelo dançar de objetos, pelo brincar com a seriedade de quem nunca tem tempo, mas ainda guarda alguma curiosidade.

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Escaladores urbanos transformam a cidade em relevo

Alguns são equipados e treinados. Outros vão no impulso. Mas é a relação do corpo com a cidade a essência desse movimento. Transformam-se em humanos com jeito de anfíbios. Grudam no concreto e deslisam sobre ele. Aderem à superfície escorregadia de vidros de arranha-céus para vencê-las membro a membro. No rosto dos que sobem não há sinal de vertigem: foco. Para quem assiste resta o frio na barriga, morder os lábios, prender a respiração.

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Bicicleta e corpo movem relação muito além do passeio

Pés junto com pedais. A gravidade puxa pelos músculos, ossos, metais e borracha. A cabeça livre e atenta dá sinal do equilíbrio ágil suficiente para se lançar a um passeio qualquer, mas também para enfrentar precipícios de montanhas, desbravar relevos de cidade com ciência ou imprudência, girar no ar e estar ofegante no pulso humano-máquina que roda quando avança, que propõe novas mobilidades, jeitos de entender a cidade, de viver o ambiente, de encontrar pessoas.

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