Às vezes temos a impressão de que o estímulo para aprender na vida é algo que vai entrando no funil da racionalidade, conforme as pessoas ficam mais velhas e o grau de formação aumenta. A experiência de formação integrada no mestrado de sustentabilidade da FGV-EAESP mostra que isso é uma falácia! O desafio está mais em calibrar estímulos para cada público específico e a partir daí criar caminhos para aguçar a sensibilidade, o conhecimento coletivo, o espírito de comunidade, novas perspectivas de mundo e o autoconhecimento. Tem sido um privilégio lançar pitadas de potência corporal neste processo, revelando para os mestrandos como o saber atravessa e emerge das camadas mais físicas às mais subjetivas e transcendentais do corpo.
Agradecimentos e admiração à turma 4 e a toda a equipe do MPGC-Sustentabilidade.
