Ocupações de corpo presente marcam também a era digital

Palavra de ordem nesse início de século XXI, ocupar é uma ação que evoca a presença humana seja em movimentos políticos, em manifestações culturais, no convívio em espaços públicos. E mais do que a presença, a configuração de sentido ao local e ao contexto que se ocupa por meio da interação humana. Não à toa, num momento da história em que tanto se busca novos sentidos do viver, proliferam-se as ocupações de todo o tipo. Em comum, a conexão entre pessoas, lugares e contextos cultuais, políticos e sociais, construindo territórios de temporalidades variadas. Olha só!

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Marcas do corpo imortalizadas em acervos digitais

A memória no Brasil é curta não só na política. Esportes, artes, saúde, educação, cultura em geral parecem ter um prazo de validade reduzido quando se fala em lembrar dos caminhos e descaminhos que constroem as referências sobre corpo no Brasil. Desafiando e dialogando com esse contexto, a era da sociedade em rede tem multiplicado os acervos digitais como forma de contar trajetórias de movimentos, instituições, pensamentos e personagens emblemáticos. Destacamos alguns deles para você.

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Ser humano de corpo, alma, tecnologia

O que nos identifica como humanidade? Pensar, amar, cultura, ritos, espiritualidade? Uma das características talvez não seja tão poética. Como compartilhar uma ideia que martela a cabeça sem escrever ou gravar um depoimento? Como amar visceralmente sem mandar mensagens apaixonadas? E como pensar cultura sem música feita em algum instrumento, sem roupa de algum tecido, sem comida de algum prato ou cuia? E devoção religiosa sem objetos ou templos? Pode soar frustrante, mas é difícil expressar nosso existir sem um pouco de tecnologia.

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