Bicicleta e corpo movem relação muito além do passeio

Pés junto com pedais. A gravidade puxa pelos músculos, ossos, metais e borracha. A cabeça livre e atenta dá sinal do equilíbrio ágil suficiente para se lançar a um passeio qualquer, mas também para enfrentar precipícios de montanhas, desbravar relevos de cidade com ciência ou imprudência, girar no ar e estar ofegante no pulso humano-máquina que roda quando avança, que propõe novas mobilidades, jeitos de entender a cidade, de viver o ambiente, de encontrar pessoas.

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