Um olhar da ciência para a ligação entre humano e oceano

A vida na Terra começou nos oceanos. A evolução das espécies gerou como um de seus produtos o homo sapiens que carrega até hoje no corpo indícios da sua ligação com a vida marinha. Sem falar na curiosidade de conhecer mais sobre o mar e o si mesmo, que alimenta pesquisas e descobertas de todo o tipo. Mas as investigações também constatam que os caminhos da sociedade têm representado descaminhos para a vida nos oceanos. Saber mais, há que significar fazer diferente. A seguir, nessa página, você confere referências para ir mais fundo nessa ideia.

SELECIONAMOS CONTEÚDO INSPIRADOR PARA VOCÊ IR MAIS FUNDO NESTE ASSUNTO:

20180504_mltmd_cienciaoceano

 

Excêntricas, as mitocôndrias ligam ancestralidade e cura futura

As usinas de energias de nossas células são consideradas como as estruturas mais perenes de nossos corpos. Haveria apenas sete ou oito variações de mitocôndrias em toda a espécie humana. Elas são mais ou menos as mesmas estruturas desde nossos ancestrais. Memória e conexão corporalizada e orgânica.

As mitocôndrias apontam para perspectivas futuras de cura, já que a ciência descobriu que seu DNA – sim, elas têm seu próprio código genético – sai para passear pela célula hospedeira e se comunica com ela determinando o fluxo de energia a ser produzido. Falhas nessa comunicação poderiam significar desequilíbrio na quantidade de energia para lidar com doenças, por exemplo. Você não precisa esperar novas descobertas da ciência para “cuidar” das suas mitocôndrias. Comece pelo toque: uma mão sobre a pele transmite fluxos para as células e mitocôndrias.

SELECIONAMOS CONTEÚDO COM CUIDADO PARA VOCÊ IR MAIS FUNDO NESTE ASSUNTO:

20180503_mltmd_mitocondrias