Conteúdos e continentes do corpo revelam subjetividades

Se olhamos o corpo apenas por funções isoladas de suas partes, deixamos de lado sutilezas como o diálogo entre áreas que atuam como continentes (crânio, costelas, bacia) de outras que estão como conteúdo (órgãos). O modo como o ser humano move, sente e relaciona conteúdo e continente, pode revelar desde aspectos da nossa formação psicomotora nos primeiro anos de vida, até modos de estarmos no mundo, na fase adulta, e elementos da nossa ancestralidade.

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